Paul Buchheit, ex-funcionário do Google e atual investidor do Facebook, twittou na manhã de hoje que acredita que o sistema deve falir ou fundir-se com o Android
Na manhã desta terça-feira (14), o ex-funcionário do Google e criador do Gmail, Paul Buchheit, twittou que acredita que o novo sistema operacional da empresa, o Chrome OS, deve desaparecer ou ser fundido com o Android, o sistema para smartphones também do Google.
Na discussão que se desenrolou no FriendFeed, rede social também criada por Buchheit, em seguida, o programador afirmou que o Chrome OS não possui nenhum propósito que o Android já não desempenhe com eficiência maior.
Até agora, o Google defende que o Chrome OS e o Android são sistemas operacionais diferentes, voltados para públicos distintos e que permanecerão assim não importa quanto as plataformas em que são usados (tablets, smartphones e netbooks) se integrem no futuro. Apesar disso, o co-fundador do Google, Sergey Brin, já afirmou em novembro de 2009 que acredita que os sistemas operacionais da empresa possam convergir no futuro.
Mas essa não foi a única crítica que o Chrome OS sofreu nessa quarta-feira, quando o fundador do projeto GNU e defensor do software livre, Richard Stallman, afirmou que o sistema do Google pode favorecer o uso "descuidado" da internet, de acordo com uma reportagem do jornal britânico Guardian.
Stallman sempre criticou a computação em nuvem por acreditar que o usuário perde o controle das informações que coloca na web. Depois do anúncio do Cr-48, o primeiro notebook com o Chrome OS, na semana passada, o ativista criticou o lançamento afirmando que "a polícia precisa de um mandado para pegar informações suas, mas se elas estiverem armazenadas em um servidor de uma empresa, eles podem pegá-las sem te avisar nada".
O Chrome OS ainda está em uma versão "piloto": apenas alguns usuários receberam máquinas com o sistema instalado. A versão para os consumidores deve chegar oficialmente na metade de 2011.
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