Pesquisa realizada pela consultoria da IBM mostra que 26% dos líderes têm interesse em aumentar força de trabalho na região
O estudo Global da IBM de Executivos-Chefes de Recursos Humanos de 2010 está em sua terceira edição. Entre novembro de 2009 e abril de 2010, a IBM entrevistou 707 executivos, quase 600 deles pessoalmente. A pesquisa foi conduzida com organizações de todos os tamanhos em 61 países diferentes e foi quase igualmente dividida entre executivos em mercados maduros e em mercados em crescimento.
Segundo o estudo, a maioria dos líderes de recursos humanos latino-americanos acredita que formar líderes, reter talentos e promover colaboração e conhecimento dentro da organização ainda são grandes desafios para as empresas. "Para alcançar melhores resultados, as organizações precisarão investir no desenvolvimento de líderes capazes de atuarem como catalizadores de mudanças e que estejam aptos a estimular o potencial dos talentos críticos, assim como investir em estrutura e recursos que facilitem a colaboração e compartilhamento de conhecimento institucional", explica Jeane Gonçalves Rego, Líder de Soluções de Capital Humano da IBM Brasil.
Os entrevistados do estudo acreditam que oportunidades de entrar em novos mercados e desenvolver novas ofertas impulsionarão investimentos futuros em força de trabalho, independentemente da região. Porém, menos de um terço dos executivos latino-americanos avaliou sua empresa como eficiente em desenvolvimento de liderança - um número surpreendentemente baixo considerando sua importância.
No entanto, mesmo no auge da recessão global, 33% dos entrevistados em mercados maduros e 42% na América Latina ampliaram seu investimento em desenvolvimento de liderança, números significativos considerando as iniciativas de contenção de custo lançadas por muitas empresas diante deste cenário.
A capacidade de desenvolver liderança eficaz, bem como estimular o compartilhamento de conhecimento e colaboração na empresa, geralmente dependem de informações disponíveis para tomada de decisões quanto à força de trabalho. Para muitas organizações esse nível de conhecimento continua a ser inalcançável. Na América Latina, apenas 14% dos entrevistados disseram que são muito eficazes no uso de dados analíticos para tomar decisões sobre a força de trabalho.
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