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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Desbloquearam o PlayStation 3

Depois do hack encoberto pela Sony, feito por GeoHot, outro grupo encontrou uma forma para hackear e desbloquear o console.
No começo de 2010, George Hotz hackeou o PlayStation 3. O hack, que quebrava as barreiras do hypervisor (responsável pela virtualização e controle dos recursos compartilhados pela máquina), visava apenas utilizar todo o poder do console enquanto se rodava algum software livre. Como tal façanha possibilitaria desvendar formas de desbloqueio, a Sony, no dia 29 de março, atualizou o PlayStation 3 (versão 3.21), retirando a possibilidade de instalação de qualquer sistema operacional no modelo “fat”, único que permitia tais instalações.

O hack de GeoHot, que também foi o hacker responsável pelo primeiro desbloqueio do iPhone, foi em vão. Mas foi em vão pelo simples fato de que ele não queria desbloquear o console, e sim estudá-lo. Todo o trabalho de Hotz foi focado em utilizar os sete coprocessadores do PlayStation 3, que era algo limitado quando se utilizava qualquer distribuição Linux no console, quebrando apenas a camada que dava essa limitação.     Ao falar em hackear um console, estamos comprando uma briga imensa com a empresa responsável por ele, já que, na semana seguinte, a mesma correrá atrás de uma maneira de resolver as falhas de segurança, assim como aconteceu com o Xbox 360, Wii, PSP e, atualmente, o PlayStation 3. Muitas vezes as empresas acabam tendo decisões mais radicais, optando por banir o console, mas isso não quer dizer que as próprias empresas não vejam seus próprios erros. O Xbox 360, por exemplo, teve duas de suas atualizações completamente abertas por vários hackers, e a Microsoft tenta mantê-lo seguro como pode, mesmo sendo tarde. Por mais que tentem encobrir a falha de segurança, o hacker já saberá como o console funciona, e isso faz com que seja fácil abrir espaço novamente, não importa quantas atualizações façam. No caso do Wii, o único fator que acabou contribuindo para seu hackeamento foi o seu controle, já que a ideia principal era fazer um computador reconhecer o Wii Remote. Em outras palavras, jogos piratas foram um bônus.

Hackear não é desbloquear, já que cada jogo tem uma chave criptografada armazenada em uma área do disco, chamado ROM Mark. O firmware da unidade lê essa chave e transmite pro hypervisor, para que ele descriptografe o jogo durante o carregamento. Ou seja, hackear o hypervisor não é o único passo necessário para executar jogos pirateados, já que ele precisaria ser subvertido, para revelar esta chave para cada jogo. Outra forma seria comprometer o driver do firmware do Blu-Ray para descobrir o código de descriptografação, e assim, descobrindo como decifrar cada jogo. Claro que também há o risco do fabricante usar uma proteção anticópias, como o SecuROM, mas seria detalhe.

Usando essa chave criptográfica, nesta quinta-feira (30), o grupo "fail0verflow" resolveu mostrar como se desbloquear um PlayStation 3, alegando retornar ao usuário o poder de rodar os tais sistemas operacionais, utilidade bloqueada pela Sony, seja lá qual fosse a atualização do console, mas, como também foi dito, isso possibilitaria a chegada de jogos piratas, que é a verdadeira intenção do grupo.

Não é errado hackear, desde que haja ética, a moral generalizada e bem trabalhada, uma denominação da forma correta de se viver em sociedade, estabelecida pela mesma. Estudar profundamente certas máquinas garante um conhecimento inigualável e extremamente autodidático, quase um quebra-cabeça de mil e quinhentas peças. Mas é claro, você pode estudar e programar com direito à otimização pelos processadores, ou, no pior caso, usar sua sabedoria para piratear e ganhar dinheiro ilegalmente.

O grupo de hackers fará uma palestra durante a 27ª edição do evento C3 (Chaos Communication Conference), mas uma parte já está disponível no Youtube.

A Sony não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. 

E como anda o PlayStation Phone?

O jornal japonês Asahi Shimbun deu mais detalhes sobre o aparelho, como sua data de lançamento, prevista para a primavera dos Estados Unidos e Europa



Depois dos vídeos e imagens que comprovavam a possível chegada de um PlayStation Phone, também conhecido como Zeus Z1 e Xperia Play – este último nome registrado pela Sony Ericsson no início de 2010 –, mais detalhes sobre o novo aparelho da Sony foram revelados.
De acordo com o jornal japonês Asahi Shimbun, o PlayStation Phone terá o Android como sistema operacional, além de manter um design próximo ao do PSP Go!, uma das versões do portátil PSP. O jornal ainda comentou sobre o PSP2, deixando claro que é um aparelho distinto, acabando com a dúvida de quem achava que o PlayStation Phone tratava-se do mesmo produto.

O Asahi Shimbun também datou o lançamento nos Estados Unidos e Europa para outono de 2011, primavera nestes locais.  A Sony ainda não pronunciou oficialmente sobre o assunto.

As ameaças e as fraudes cibernéticas mais comuns no fim de ano

Especialistas da Kaspersky Lab listam os maiores riscos nesta época de festas
À medida que a Internet cresce, a popularidade das compras online também aumenta nos sites de e-commerce.  As estimativas mais recentes na América Latina indicam que devem ser gastos US$ 21,8 milhões em 2010 com o comércio eletrônico - valor que especialistas esperam que seja elevado até 58% em 2011, e que está chamando atenção de criminosos cibernéticos em todo o mundo.
Pensando na segurança do internauta, a equipe global de analistas e pesquisadores da Kaspersky Lab preparou uma lista com as principais ameaças e fraudes utilizadas no fim de ano, além de dicas para o usuário efetuar as compras.

As ameaças mais comuns

- Engenharia Social - essa técnica usa, normalmente, o senso de urgência para atrair a atenção do internauta, oferecendo, por exemplo, uma grande oferta por tempo limitado. Essas promoções falsas podem levar a contaminações geradas por websites e e-mails inescrupulosos, links infectados e até mesmo mensagens maliciosas do Twitter.

- Phishing – e-mails, supostamente, de organizações legítimas solicitando doações a pessoas carentes durante as festividades ou indicando produtos para as compras de final de ano. Na verdade, os links dos e-mails levam a websites maliciosos e coletam as informações pessoais e de cartões de crédito do remetente.

- Cupons de Natal - os criminosos estão usando websites e e-mails maliciosos com cupons promocionais falsos para roubar o dinheiro dos usuários que buscam economizar nas compras de fim de ano.

- Resultados de busca infectados – Também conhecido como Blackhat SEO.  Os fraudadores manipulam as ferramentas de busca para que os links maliciosos sejam os primeiros na lista de resultados. Eles levam a vítima a páginas que infectam o computador para roubar dinheiro e/ou a identidade das vítimas.

- Fraudes em redes sociais – mensagens postadas automaticamente no perfil do usuário por amigos que tiveram as contas comprometidas ou recados particulares que pareçam suspeitos levam, frequentemente, a sites maliciosos ou a softwares projetados para roubar dinheiro. Com o uso difundido das redes como Facebook e Twitter, esse tipo de ameaça está se tornando cada vez mais comum. O Koobface é um tipo particular de ameaça com foco nas redes sociais, com mais de 1.000 versões diferentes desse malware detectados.

Os alvos favoritos dos criminosos cibernéticos

Como sempre, o alvo é o dinheiro do internauta. Segundo a pesquisa mais recente da Kaspersky Lab, os criminosos cibernéticos tentam enganar as pessoas ao utilizarem nomes confiáveis de lojas virtuais, companhias aéreas, bancos, sistemas de cartões de crédito ou serviços de entrega conhecidos para distribuir softwares maliciosos, tais como Trojan-Banker.Win32, Trojan-Spy.Win32 ou Trojan-PSW.Win32, produzidos na América Latina. Esses malwares são capazes de roubar todos os tipos de informações sigilosas e não apenas os dados financeiros da vítima.

Outra fraude comum envolve as ofertas de iPhones e outros smartphones de forma gratuita e de recarga para celular, que são publicadas como sendo de operadoras de telefonia móvel oficiais.  Essa é outra tendência típica da América Latina. Ao contrário do resto do mundo, os criminosos cibernéticos latino-americanos preferem táticas de engenharia social ao invés de explorar vulnerabilidades de softwares.  Isso inclui ataques direcionados, via MSN ou e-mail, por exemplo, vindo de amigos que tiveram as contas controladas pelos cybercriminosos. Esses ataques levam a websites maliciosos, que fazem o download de Trojans bancários para roubar as informações financeiras das vítimas.

América Latina

Mais de 60% de todos os malwares na América Latina tentam roubar informações confidenciais, especialmente dados bancários. Como exemplo temos o SpyEyes, um dos mais potentes malwares do mundo, que visa, exclusivamente, países que utilizam o idioma espanhol.  O SpyEyes é ainda mais perigoso do que um dos botnets trojans mais famosos e comentados do mundo, o Zeus, e a sua existência comprova que os criminosos cibernéticos estão levando a América Latina muito a sério.

Brasil

A atividade maliciosa na internet brasileira tende a ter um aumento considerável no final do ano, em comparação com outros meses do ano, especialmente pela disseminação de trojans bancários e outras pragas com a finalidade de roubar dados do usuário.

Dicas de segurança

Antes de efetuar as compras:

- Saiba o que e de quem você está comprando.  Dê preferência a websites conhecidos, de boa reputação, confiáveis e que tenham números de atendimento ao cliente e endereço físico. Sempre fique atento ao comprar em novos locais.

- Mantenha o seu computador e solução antivírus atualizados e seguros. As ameaças explicadas acima ocorrem normalmente sem serem detectadas e acontecem em seu navegador. Portanto, atuam facilmente se não houver a proteção correta. Certifique-se também de usar sempre a última versão dos programas, incluindo navegador e sistema de operacional.

- Esteja atento ao receber cupons eletrônicos que você não tenha solicitado. Isso pode ser uma tática dos criminosos cibernéticos para roubar seu dinheiro, sua identidade ou ambos.

- Sempre siga a regra de ouro da compra on-line: quando algo parece muito bom para ser verdade, desconfie.  Evite ofertas e promoções irreais.

Ao fazer suas compras:

- Sempre digite o nome do website que você quer visitar na barra de endereço do navegador.

- Sempre vá diretamente ao endereço real do website das organizações de caridade para as quais deseja fazer uma doação. Nunca clique em links fornecidos em e-mails ou em resultados de ferramentas de busca.

- Certifique-se de que sua transação está criptografada e que a sua privacidade está protegida. Muitos sites usam o protocolo SSL (Secure Sockets Layer) para proteger as informações.  Verifique a URL do seu navegador para garantir que ele começa por "https://" e tenha o ícone de um cadeado fechado do lado direito da barra de endereço ou na parte inferior da janela.  De acordo com as tendências mais recentes de malware, isso não é garantia, mas é um indicador útil sobre a segurança do site.

- Utilize um cartão de crédito exclusivo para compras on-line.

- Utilize senhas difíceis e não utilize as mesmas palavras-chaves para todos os websites. Evite utilizar termos e frases comuns.

- Para evitar o roubo de informações pessoais em compras tradicionais, mantenha sempre o cartão de crédito próximo a você e utilize caixas eletrônicos conhecidos e de confiança.

Depois de fazer suas compras:

- Verifique seus extratos de banco e de cartões de crédito para conferir se há erros e transações suspeitas.

- Utilize um serviço de monitoramento de crédito para alertá-lo sobre possíveis problemas. 

Rainmeter: deixe a área de trabalho do Windows com a sua cara

Cansou do seu desktop sempre igual, com o mesmo papel de parede, barra de ferramentas e sem interatividade? Conheça esse software.
Cansou do seu desktop sempre igual, com o mesmo papel de parede, barra de ferramentas e sem interatividade? Com o Rainmeter, você pode deixar sua área de trabalho literalmente da maneira que você quiser, exibindo todas as informações que você deseja saber sobre seu computador, como consumo de CPU, de memória, internet, músicas e muito mais.
Muito famoso e popular entre os "desktop modders" e "skinners", o Rainmeter é um medidor de performance de sistema customizável que exibe a carga de memória, processamento, espaço em disco, tráfego de rede, tempo de conexão e outras opções. Ele suporta skins, transparência, plug-ins e muitas outras opções.

Algumas características de Rainmeter:

- Suporta diversas skins, ficando com a cara do usuário;

- Suporta o esquema moderno de transparência do Windows;

- Possui sistema de plug-ins suportados por outros programas;

- Funciona também como plug-in Litestep;

- Pode ocultar movimentos do mouse;

- Pode ser virtualmente colado à área de trabalho, ficando sempre visível;

- As skins podem interagir com determinados movimentos do mouse;

- Várias skins podem ser aplicadas ao mesmo tempo;

A versão 1.2 do Rainmeter traz diversas melhorias, dentre as quais:

Agora inclui um novo pacote de skins: Gnometer, uma alternativa para o skin padrão Enigma, que contém skins que exibem todas as informações que você deseja ver no desktop e totalmente personalizável.

O Rainmeter 1.2 apresenta o o Rainstaller e o formato .rmskin. Essa ferramenta torna muito mais fácil distribuir e instalar skins e suites. O Rainstaller permite aos criadores de skins incluir add-ons, fontes e temas junto com seus skins em um só pacote .rmskin. Basta clicar duas vezes no arquivo para instalar automaticamente.

O software também apresenta suporte total e personalizável para múltiplos monitores, sem conflitos de versão.

O Rainmeter possui agora uma ferramenta de backup, para que os usuários possam salvar suas configurações atuais e restaurá-las quando quiser.


quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

AeroWeather: deixe seu desktop sincronizado com o clima e o tempo de sua cidade

Software oferece ao usuário um feedback súbito sobre as condições climáticas da região onde vive, por meio da mudança de cores do padrão Aero do seu Windows

Se você é fã de informações sobre como está o tempo no lugar em que você mora, vai adorar essa curiosa e inteligente ferramenta. AeroWeather oferece ao usuário um feedback súbito sobre as condições climáticas da região onde vive, por meio da mudança de cores do padrão Aero do seu Windows.

AeroWeather modifica a cor do esquema Aero do Windows baseando-se na temperatura que está lá fora, bem como nas condições atmosféricas. As cores variam desde o azul marinho, referente ao extremo mais frio da escala, ao vermelho colorado, que se refere ao extremo mais quente. Na maioria das vezes, você verá nuances de verde, azul e laranja se misturando.

Defina a escala a seu gosto (se você mora em um local onde 10ºC é a média de temperatura anual, por exemplo, é bobagem deixar essa temperatura relacionada ao azul marinho). Se você utiliza condições climáticas ao invés de temperatura, a interface modifica, ficando azul quando o dia está ensolarado, cinza quando está nublado, com granulações escuras quando está chovendo, e assim por diante.

Além da temperatura e das condições climáticas, você pode configurar seu AeroWeather para monitorar o nascer e o por do sol. O efeito que ele dá na tela, aumentando seu brilho e depois reduzindo-o gradativamente, é impressionante.